Nesta página da Uberbau_house apresentamos um panorama das residências realizadas, que já acolheram mais de 207 trabalhadores da arte provenientes de 27 países e 63 cidades. O conteúdo permite conhecer as pesquisas e os processos desenvolvidos durante as residências, oferecendo um recurso valioso para pessoas interessadas em arte contemporânea e nas investigações realizadas nesse campo.

Ao longo desses anos, recebemos atividades e residências de trabalho coletivo e colaborativo, como o Diplomado Arte Aplicada à Sociedade, Sistemática e Sedutora e Espaço de Fala, abordando temas como arte e processos sociais, bienais de arte contemporânea, gênero, sexualidade, raça e classe.

Nesta seção, estão disponíveis as Apresentações Finais das pesquisas realizadas pelos participantes desde 2016. Além disso, o Mapa de Participantes das residências, abrangendo o período de 2016 a 2026, oferece uma visão geral da diversidade e do alcance das colaborações desenvolvidas na Uberbau_house.

Esta página oferece um panorama das atividades e residências realizadas ao longo dos anos, evidenciando pesquisas que abordam questões relevantes da arte contemporânea, como arte e processos sociais, bienais de arte contemporânea, gênero, sexualidade, raça e classe.

Diagrama dos participantes organizados por tema de pesquisa. 2016 – 2026
/ v. 1.3 – Janeiro 2026 /

 

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Apresentações finais 2026

Apresentações finais 2025.

Apresentações finais 2024.

 

Apresentações finais 2023.

Apresentações finais 2022.

 

Apresentações finais 2016 – 2021

Quem já participou das residências Uberbau_house?

 

Mais de 200 trabalhadores da arte já participaram da residência de pesquisa em arte contemporânea

A Uberbau_house sediou as seguintes atividades e residências de trabalho coletivo:

  • Diplomado Arte Aplicada a la Sociedad (2020 e 2021) – arte e processos sociais.
  • Sistemática y Seductora (2018) – bienais de arte contemporânea.
  • Espacio de Fala (2019, 2020 e 2022) – gênero, sexualidade, raça e classe.
  • Habeas Data (2016, 2017, 2018 e 2019) – arquivos e pesquisa de dados.
  • Acción / Transacción (2018 e 2019) – economia e mercado da arte.
  • The Real Fake (2017) – arte e processos sociais.

 


Residentes Uberbau_house 2026 / Pesquisa

  • Johanna Boya (Colômbia / Chile) – Colagem e descolonização: narrativas para dignificar o arquivo.
  • Josué Torres Chávez (México)Circo em Minhas Mãos. Modelo de intervenção circense socioeducativa.
  • Yanne Horas (Alemanha)O que vem depois da arte contemporânea? Rumo a uma nova economia política.
  • Katherine Moya Farías (Chile / Argentina)  – Reivindicar lo fruna: o desvio e a vulgaridade como método espacial para superar a dominação cultural.
  • Guillermina Bravo (Argentina) – A memória é um brinquedo. Estratégias coletivas para construir e desconstruir memórias.
  • Epifania Queta (Angola / Países Baixos) – Negritude em contexto: geografia, cultura e o olhar da arte global. Uma investigação sobre como seu posicionamento como mulher negra de pele retinta se transforma de acordo com o contexto geográfico e cultural, e o que essas mudanças revelam sobre a construção da negritude no mundo da arte, predominantemente branco.
  • Majo Abreu (Guanajuato, México)  – Articulação de relações comunitárias: diagnóstico e propostas para a Caja de Cambios (Guanajuato, México). Uma pesquisa voltada ao fortalecimento dos vínculos comunitários e à ampliação do impacto social desse espaço.
  • Rita Gajardo (Rancagua, Chile) – Estratégias profissionais para seu trabalho como artista, gestora e produtora na cena local de Rancagua, Chile. Uma análise voltada ao desenvolvimento de carreira e à sustentabilidade no contexto cultural regional.
  • Sara Pirani (Itália / Irlanda) – Ideias para adiar o fim da humanidade pelas mãos das máquinas. Sua apresentação explora como a arte contemporânea pode operar como um mecanismo de negociação em sistemas antropocêntricos, questionando nosso papel diante do avanço tecnológico.
  • Carmin Santos (Argentina) – Pesquisa os saberes de mulheres indígenas no Brasil dos séculos XVI e XVII para discutir o olhar colonial.
  • Elisabeth Verdugo (Neuquén, Argentina) – Organiza uma publicação que reúne seu trabalho sobre sua própria experiência de nomadismo e a história da migração na Patagônia argentina.
  • Federico Mattioli (Argentina) – Revisa a forma como diferentes concepções arbitrárias do tempo produzem distintos tipos de subjetividade.
  • Kiki Pertiñez (Venezuela / Espanha) – Apresentam a pesquisa de campo realizada no Brasil para seu modelo de festival latino-americano de arte contemporânea +Latina na Europa. Sua participação é possível graças ao apoio da Boom! Art Community e do Festival +Latina.
  • Luis Luján (Chihuahua, México) – Imagina dinâmicas para experiências e sistematização de produções editoriais coletivas com comunidades migrantes.
  • Oscar Manriquez (Espanha) – Apresentam a pesquisa de campo realizada no Brasil para seu modelo de festival latino-americano de arte contemporânea +Latina na Europa. Sua participação é possível graças ao apoio da Boom! Art Community e do Festival +Latina.

Residentes Uberbau_house 2026 / Produção


Residentes Uberbau_house 2025/ Pesquisa

  • Joaquín Henríquez Valdebenito (Santiago de Chile, Chile) – Análise de práticas e modelos curatoriais no Chile. Relação entre Sistema da Arte e Cenas Locais.
  • Georgina Sánchez Celaya (Cidade do México, México) – Performance, ritual e lutas pelo meio ambiente na América Latina. Estudos de caso e contribuições teóricas.
  • Charlotte Rohde (Alemanha) – A Casca Suave de uma Palavra™️ – Sobre escrever o desejo (parte 2) e a economia do controle linguístico.
  • Ana María Bernal Cortés (Ibagué, Colômbia) – Interações entre curadoria e mediação nos eventos bienalizados da Colômbia e do Brasil em 2025 e suas políticas.
  • Manuel Saldaña Minchala (Equador) – Diagnóstico da Cena Local de Arte para a projeção da Trayectoria.
  • Hannah Westphal (Alemanha) – Explora como a narrativa visual e a arte da performance se tornam caminhos para a regulação coletiva e a cura, a partir das práticas culturais brasileiras e de artistas contemporâneos.
  • Ana Carolina Benitez Bravo (Quito, Equador) – Arquivo Aberto. Memória das práticas artísticas de mulheres e pessoas LGBTIQ+ no Equador e no Brasil desde 2020.
  • Lorena Santamaría (Cuenca, Equador) – Desenvolvimento de modelos de pedagogias horizontais e criação artística nos ecossistemas urbanos de Cuenca (Equador).
  • Claudia Vidal Sepúlveda (Santiago de Chile, Chile) –

    Transformações nos espaços expositivos. Estudo de instituições, dispositivos de mediação e públicos da arte contemporânea.

  • Cecilia Andino (Chaco, Argentina) – Residência Lataxac: arte, território e comunidade. Modelos de residência e comunidade na América Latina.
  • María Gavaldon (Ciudad de México, México) – Como? Uma aproximação às estratégias de produção em arte contemporânea a partir das artes visuais e cênicas.
  • Érika Venecia Ramirez García (Oaxaca, México) – Tradição Viva: dança e figurino através da arte e da cultura. Evolução da dança e do vestuário no México desde o período pré-hispânico até a atualidade.
  • olgaMargarita Dávila (Cidade do México, México) – Relacionalidade(s): uma aproximação a três Bienais de São Paulo (Brasil).
  • Mitchel López Granados (Salamanca, México)– A crítica curatorial como prática intelectual que encontra sua materialidade na escrita.
  • Victoria Papagni (Buenos Aires, Argentina / Zurique, Suíça) – Tensão e complementaridade entre estratégias de carreira e estratégias de produção.
  • Majo Abreu (Guanajuato, México) – Diagnóstico de agentes, instituições e comunidades para a articulação de relações em Cenas Locais.
  • Arasy Benítez (Assunção, Paraguai / Serra da Mantiqueira, Brasil) – Microexperimentação Social Curatorial para uma acessibilidade participativa.
  • Lucía Ramundo (Buenos Aires, Argentina) – Paisagem como metodologia curatorial na 36ª Bienal de São Paulo.
  • Paula Martínez Montt (Concepción, Chile) – Ecologias em Zonas de Sacrifício na América Latina.
  • Luis Daniel Jaramillo Vázquez (Salamanca, México) – Sobre grandes hiperstições.
  • David Duponchel (Lima, Perú) – Análise comparativa da representação da morte no cinema.
  • Luis Mata (Margarita / Caracas, Venezuela) – Análise e organização da produção.
  • Susan Elizabeth Rocha Ramírez  (Quito, Equador) – Produção de arte votiva no Equador.
  • Cristian Hidalgo (Pasto, Colômbia) – Como a arte contemporânea e o documentário podem atuar como sistemas participativos em contextos situados?
  • Pryianca Ambalvi (Goa, Índia) – Processos de produção cultural e escrita de não ficção sobre migração, sistema de castas e gênero/sexualidade. Relações entre autobiografia, enraizamento/pertencimento e processos coletivos.
  • María de la Paz Heredia (Zapala, Argentina) – Ferramentas da linguagem visual para distinguir os limites da construção cultural na educação vincular.
  • Alma Sofía Velázquez García (Querétaro, México) – A arte contemporânea produzida por mulheres artistas latino-americanas nos últimos dez anos como catalisadora de reflexões, exercícios e dinâmicas que fomentam o pensamento crítico em adolescentes.
  • Hastur Mora (Pasto, Colômbia) – Análise de como o conceito de identidade mudou ao longo do tempo em relação direta com o desenvolvimento das tecnologias da informação.
  • Carlos Silva (Cidade do México, México) – Movimentos sociais e representações artísticas populares no México e no Brasil.
  • Claudia Piquet (La Plata, Argentina) – Rumo à experiência coletiva da Arte Pública Contemporânea.
  • Esteban Vivalda-Matus (Santiago de Chile) – Intervenção artística em espaços públicos para a criação de experiências sociopolíticas.
  • Ivone Flores Balseca (Quito, Equador) – Algumas notas sobre luz e som em ambientes urbanos.
  • Alejandra Karina Flórez Beyona (Bogotá, Colômbia) – Diálogo entre literatura e objetualidade. Ferramentas para acompanhar a avaliação de um livro-obra.
  • Blú Azcue (Guanajuato, México) – Assembleias para construir acordos comunitários e consensos voltados à proposição de políticas públicas.
  • Claudia Marcela Cadena Sandoval (Toluca, México) – Dinâmicas de cooperação e coletivização em comunidades organizadas.
  • Leonardo Glenza (Buenos Aires, Argentina) – Relação entre música e cosmogonia nas culturas guarani.
  • Carmen Mendoza Chávez (Cidade do México, México) – Estratégias de carreira e consolidação de prestígio no sistema da arte.
  • Camila Cuervo (Buenos Aires, Argentina) – O texto como imagem: comunidades e confluências.
  • Luz Moyano (Buenos Aires, Argentina) – Estratégias de carreira e formação de redes.
  • Luis Lujan (Chihuahua, México) – Relação com comunidades migrantes em trânsito e processos identitários.
  • Gonzalo Zurita (Quito, Equador) – Memória e movimentos políticos.
  • Elisabeth Verdugo (Neuquén, Argentina) -Processos migratórios e nomadismo.

    Residentes Uberbau_house 2024 / Pesquisa

    • Mel Gross (Tyler, Estados Unidos) – Fugacidade e fluidez. Aquilombar como processo topológico.
    • Jada Imani (Oakland, Estados Unidos) – Bamboo SZN (um relançamento). Cultivando liberdade geográfica, criativa e financeira.
    • Hugo Palmar (Amsterdã, Países Baixos) – Aparecer Juntos [Genealogia de uma Síndrome]. Relaciona a obra pictórica de Albert Eckhout e Frans Post durante o período colonial neerlandês no Brasil, juntamente com outras referências historiográficas, ao conceito da Síndrome Holandesa.
    • Hannah Hughes (Los Angeles, Estados Unidos)
    • María Alejandra Daza (Medellín, Colômbia) – Vozes da Água. Museu itinerante em reciclagem.
    • José Antonio Torres (Lima, Perú) – A relação entre a memória e a música popular.
    • Alejandro Paz Romero (Bogotá, Colômbia) – Estudo da cultura pop por meio da análise de sua mitologia.
    • Naledi Wiberg (California, Estados Unidos) – Aspectos do queer na arte e sua implementação.
    • Karen Lorena Palacios (Bogotá, Colômbia) – Estruturação de um modelo de festival dedicado à luz no espaço público.
    • Dyan del Rivero Terán (Cidade do México, México) – Análise histórica da institucionalidade privada mexicana.
    • Alberto Jiménez Meléndez (Bogotá, Colômbia) – A fotografia vertical como estrutura para a pós-fotografia.
    • Wladimir Ojeda Sendra (Rosario, Argentina) – Os tecidos da política por trás dos incêndios florestais.
    • Daniel Benoit (Montevidéu, Uruguai) – Cena local de Montevidéu e possibilidades de construção de mercado.
    • Christiana Dafni Tatsi (Atenas, Grécia / Madri, Espanha) – Análise da linguagem criptografada, da caligrafia e da ocupação do espaço público.
    • Xavier Delgado (Quito, Equador) – Epistemologia queer para as artes cênicas.
    • Ricardo Caicedo (Cali, Colômbia) – Análise da masculinidade nos rituais pagãos vinculados aos rios na Colômbia.
    • Joan Soto (Concepción, Chile) – Arquitetura desviada e espaços não normativos.
    • Raúl Eduardo Balderrama (Chihuahua, México) – Análise de políticas públicas para a dignidade e o respeito social.
    • Alejandro Loiacono (Buenos Aires, Argentina) – Modelos de montagem e circulação da pintura.
    • David Duponchel (Lima, Perú / França) – Modelos de gestão e conceituação para o registro de rituais tradicionais do Peru.
    • David Samaniego Almeida (Quito, Equador) – Dispositivos transmídia para o trabalho entre arte e comunidade.
    • Denise Koziura (Quilmes, Argentina) – História da crítica de arte na Argentina.
    • Miriam Díaz Manzano (Puebla, México) – Discussão sobre o capacitismo e criação de espaços de acolhimento da diferença por meio das práticas artísticas.
    • Cecilia Andino (Chaco, Argentina) – Modelos de trabalho entre arte e comunidade através do muralismo.
    • Alejandra Díaz Rodríguez (Bogotá, Colômbia) – Pesquisa sobre violência de gênero e práticas artísticas.
    • María Paula Botero (Bogotá, Colômbia) – Pedagogia da arte contemporânea para a emancipação docente.
    • Paz Escadon Bossi (Santiago, Chile) – arte e culinária na América Latina.
    • Ana Carillo Tureo (Concepción, Chile)  – pixação e arte urbana em São Paulo.
    • Isabela Parra (Quito, Equador) – Sistematização do arquivo fotográfico e audiovisual do Equador.
    • David Caicedo (Cali, Colômbia) – Ficções de um futuro distópico dos trópicos.
    • Fabiana Alonso (Buenos Aires, Argentina) – Curadoria e análise do discurso capacitista.
    • Fernando Zerraga (Trujillo, Perú) – Pesquisa de campo.
    • João Parente (Manaos, Brasil / Lisboa, Portugal) – Metodologia de pesquisa da própria produção sobre subjetividade e ficcionalização.
    • Laura Puerta Barco (Manizales, Colômbia) – Estratégias de trabalho e financiamento no mercado da arte.
    • Cecilia Rejtma (Lima, Perú) + Nadia Isabel Callau Montero (La Paz, Bolivia) – Epistemologia feminista para compreender a potência e a opressão das violências estruturais.
    • Jorge Luis Rincón Roberto (Bogotá, Colômbia) – Visibilidade da população LGBTQIAPN+ indígena.
    • Yoalli Quetzal Alfaro (CDMX, México) – Estratégias pedagógicas contra a opressão.
    • Jenny Alexandra Prado Bernal (Bogotá, Colômbia) + Mauricio Colin Castillo (CDMX, México) – Transformações na percepção do espaço pictórico a partir do uso da tecnologia.
    • Residentes Uberbau_house 2024 / Produção

      • Dafne Valdivia Yllades (Guanajuato, México) – A relação entre a natureza e a propriedade privada.
      • Mitzi Reyna (Cidade do México, México) – Espaços de participação artística para promover conversas sobre o indesejável.
      • Mara Bravo (Barranquilla, Colombia)

    Residentes Uberbau_house 2023

    • Camila Lucero (Concepción, Chile / Basel, Suiça) – narrativas nas imagems
    • Gabriela Hijar (Chihuahua, México) – ceramica e som
    • Henrique Fagundez (Canoas, Brasil) – imagems e inteligência artificial
    • Jimena Granados (Cidade do México, México) – procedimentos de contenção do espaço
    • Kiana de Tramontana (Lima, Perú) – como fazer uma residência de arte
    • Adalí Torres (Lima, Perú) – representação da masculinidade trans na música reggeton
    • Felipe Ortiz (Santiago de Chile, Chile) – muralismo e políticas públicas
    • José Castillejo (Barranquilla, Colômbia) – conflitos de violência na américa latina
    • Mayte Miranda (Mexicali, México) – subjetividade nas redes sociais
    • Natalia Documet (Lima, Perú) – senso comum sobre neodivergência na cultura pop
    • Pierre Dalpé (Montreal, Canada) – representação da subjetividade e ás mascaras na fotografia
    • Renato Almeida (São Paulo, Brasil) – a visualidade e discursividade da colononização em America Latina
    • Mitzi Reyna (Cidade de Mexico) – análise das estratégias de performance e da deriva no espaço público
    • Ana del Águila (Tijuana, México) – ordens visuais e saques de artefatos arqueológicos
    • Parker Brookie (Estados Unidos) – subjetividades marginais, mulheres e pessoas lgtbqiapn+ nas ditaduras em America Latina
    • Dayana Lamb (Bucaramanga, Colômbia) – arte, ecología e comunidade no territorio do rio
    • Graciela Álvarez Maroccolo (Buenos Aires, Argentina) – estratégias de carreira nas artes, na cultura e no trabalho sexual
    • Mafer Ortiz Ballarta (Lima, Perú) – relação entre música e arte contemporânea
    • Cristina Carrasco (Cuenca, Equador) – institucionalidade e políticas de patrimônio para arte contemporânea
    • Manuel Vázquez Ortega (Merida, Venezuela) – história da arte venezuelana nos últimos anos
    • Adriana Cesar (Montevideo Uruguay) – genealogia familiar de uma perspectiva faminista
    • Billy Klotsa (Grécia / Londres, Inglaterra) – documentário sobre identidades não binárias em ambientes urbanos
    • Carlos Guzmán (Cachipay, Colômbia) – arte, economia sustentável e ecologia
    • José Antonio Torres (Lima, Perú) – relação entre música e pintura
    • Stefany Jaramillo (Bogotá, Colômbia)
    • Yunuen Díaz (Morelos, México) – registros de colonização na gastronomia popular
    • Fernando Colman (Asunción, Paraguay) – história da cena local em Assunção, Paraguai
    • Jorge Augusto Gamarra (La Paz, Bolivia) – análise da masculinidade em relação à arquitetura e aos gráficos
    • Lucina L. Pedrozo(Ciudad de México, México) – história da videoarte latino-americana
    • Marcos Jinguba (Luanda, Angola) – relações dentro do sistema artístico e redes entre a África e a América Latina
    • Mayra Huerta (Guadalajara, México) – arte, cultura e processos sociais
    • Manuel Vázquez Ortega (Merida, Venezuela)
    • Ximena Pita (Rafaela, Argentina) – estudo comparativo da estrutura institucional das bienais na América Latina
    • Yinna Higuera (Quito, Equador) –
    • Tania Guadalupe Martínez Trujillo (Ciudad de México, México) – modelos pedagógicos inclusivos desde dinâmicas da arte
    • Fabiana Puentes (Montevideo, Uruguay) – a relação entre eventos políticos e processos artísticos na América Latina
    • Gabriel Xillovich (Bahía Blanca, Argentina) – etarismo e práticas sexuais na comunidade queer
    • Lucia Scarselleta (La Pampa, Argentina / Londres, Inglaterra) – bolsa R.A.R.O. – história do trançado gaúcho
    • Mónica Martínez (Rosario, Argentina) – metodologia para a produção de teatro de objetos
    • Gil Mualem-Doron (Londres, Inglaterra) – gestão autônoma com práticas artísticas e comunitárias
    • Geo Moon (Seoul, Coreia do Sul) – tecnologia, música e som
    • Nina Kraus (Berlin, Alemanha) – influência feminista nas instituições de arte e na curadoria

    Residentes Uberbau_house 2022

    • Francisca Paris (Puerto Montt, Chile) – modelos de investimento para artes e cultura
    • Daniela Stevens (San Luis Potosí, México) – estrategia de carreira
    • Ricardo Caicedo Cardona (Cali, Colômbia) – representação da masculinidade na fotografia 
    • Renan Teles (São Paulo, Brasil) – afrofuturismo e construções de identidade em comunidades racializadas
    • Verónica Zapata (Santiago de Chile, Chile) – modelos de pedagogia a partir de procedimentos artísticos
    • Aaron Jiménez (Ciudad de México, México) – opera contemporânea
    • Alejandro Orozco (Ciudad de México, México) – pensamento diagramatico 
    • Ale Sotelo (Lima, Perú) – representação da comunidade lgtbqiapn+
    • Miguel Keerveld (Surinam) – modelos curatoriais para ecologia política e mudanças climáticas
    • Rosario Capanegra (Buenos Aires, Argentina) – arquitetura, urbanismo e arte contemporânea
    • Gianna Salamanca (Concepción, Chile) – ecologia política e mudança social
    • Julian Cardona (Medellín, Colombia) – epistemología queer
    • Mía Zavalia (Pilar, Argentina) – modelos de produção poética
    • Mónica Romero (Bogotá, Colômbia) – políticas do cuidado
    • Sergio Gerson Zamora (Morelos, México) – metodologias alternativas para a narração da história da arte
    • Yumi Fukuda (Japón) – processos de identidade na comunidade migrante japonesa
    • Tin Ayala (Quito, Ecuador / França) – design industrial e cultura crítica
    • Astrid Suárez (Medellín, Colômbia) – prática comunitária sobre o processo de desaparecimento na Colômbia e no México
    • Beatriz Paiva (Belem, Brasil) – Subjetividade negra no norte do Brasil
    • Mika Sampaio (Teresinha, Brasil) – 
    • Lennyn Santacruz (Quito, Equador) – arte e história da pedagogia na América Latina
    • Alexandra Trujillo (Quito, Equador) – processos de produção e legitimação de carreiras
    • Tatyana Zambrano (Medellín, Colômbia) – processos de produção em um movimento sindical para artistas
    • Ely_dd (Buenos Aires, Argentina) – pesquisa sobre o som gutural

    Residentes Uberbau_house 2021

    Residentes Uberbau_house 2020

    Residentes Uberbau_house 2019

    • Lía Arenas (Santiago de Chile, Chile) – a gestão cultural como um corpo móvil no espaço.
    • Wynnie Mynerva Mendoza (Lima Perú) – a comunidade lgtbaiapn+ em relação à hegemonia religiosa no Peru e no Brasil.
    • Viviana Errecalde (San Martín de los Andes) – a cena local de San Martín de los Andes, Argentina. 
    • Luis Enrique Zela-Koort (Lima, Perú) – a relação entre a maquinaria capitalista, a natureza e a construção da subjetividade.
    • Manuel La Rosa (Santiago de Chile) – a relação entre natureza e tecnología na arte contemporânea.
    • M. Román (Lima, Perú) – arte contemporânea e institucionalidade social normativa.
    • Andrés Argüelles (Lima, Perú) – o problema da pintura na arte contemporânea.
    • Heleen de Hoon (Países Baixos) – arte contemporânea em espaços públicos.
    • Martha León Nava (Ciudade de México, México) – modelos de residência de arte e comunidade.
    • Alexandra Mora -Úrsula Ramirez Giraldo (Manizales, Colômbia) – clown periodístico e performance nas Cenas colombianas.
    • Nancy Alvarado (Tucumán, Argentina) – a cerâmica na tensão entre o artesanal e arte contemporânea.

    Residentes Uberbau_house 2016/2017

    • Juan Fernando López (Bogotá, Colômbia) – economia na gestão autônoma da arte
    • Laura Carvalho (São Paulo, Brasil) – relação de cor e arquitetura com o contexto
    • Dafne Valdivia (Guanajuato, México) – instituições formais v.s. gestão autônoma da arte
    • Dana Ferrrari (Buenos Aires, Argentina) – história do rol do artista
    • Jazmin Saidman (Buenos Aires, Argentina) – pedagogia e didática na arte
    • Guillermo Rodriguez (San Juan, Puerto Rico) – arte e tecnologia
    • Leonel Mittmann (Porto Alegre, Brasil) – pixaçao, graffiti e arte urbana
    • Abhishek Panchal (Mumbai, India) – rol do artista educador
    • Estíbaliz Barato (Madrid, España) – modelos de análise para produção de obra
    • Andrea Ospina (Manizales, Colombia) – gestão de arte, gestão de cultura e zona de exceção temporária
    • Fernanda Avendaño (Santiago de Chile) – arquitetura e corpo social
    • Natalia Murcia (Bogotá, Colômbia) – arte contemporânea como metodologia de pesquisa
    • Silvia Mariotti (Milan, Italia) – relação entre produção visual e literária
    • Naoko Mabon (Escocia, UK) – construção da identidade na cultura japonesa no Brasil

    Residentes Uberbau_house 2018

    • Michel Marx (Montevideo, Uruguay) – rol do artista e Cena Local de Montevideo
    • Andrea Ferrero (Lima, Peru) – processos de memória na América Latina
    • Romina Estecher (Buenos Aires, Argentina) – recorrência em processos de produção artística
    • Pablo Foladori (Buenos Aires, Argentina) – la relação entre a ópera e práticas contemporâneas
    • Felipe Nuñez (Oaxaca, México) – a possibilidade de manifesto de pintura contemporânea
    • María de los Ángeles Otarola (Mar del Plata, Argentina) – gestão cultural e gestão de arte
    • Majo Vidal (Buenos Aires, Argentina) – arte e feminismo
    • Jesús Jimenez (Morelia, México) – poesia concreta e violência
    • Tarix Sepúlveda (Santiago de Chile) – arquitectura
    • Mateo Lopez Imán (El Bolsón, Argentina) – genocídio linguístico. Símbolo, Poder e Arte Contemporânea na América Latina.
    • Genietta Varsi (Lima, Perú) – disciplina e domesticação do corpo humano.
    • Frances Munar (Lima, Perú) – arquitetura de som. Diálogos entre códigos e intersubjetividade para a América Latina.